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Thursday, August 02, 2007

Moral

by Wade Rose on Flickr

Na vida tudo tem a dimensão que lhe quisermos atribuir.

A questão está em sabermos aumentar os momentos agradáveis

e diminuir os desagradáveis.

Tuesday, July 10, 2007

Amor Platónico

Ao receber um prémio relacionado com o Amor, algo nas minhas estruturas mentais, aquelas vocacionadas para o blog, se abalou. De facto, eu nunca falo de Amor. Vou ter de começar a abordar mais essa temática. E vou começar já já hoje, querem ver?

Fui pesquisar um assunto, sempre actual, o Amor Platónico. A pesquisa deu o seguinte segundo a Wkipédia:


"Amor platónico é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a interesses ou gozos. Um sentido popular pode ser o de um amor impossível de se realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto. Trata-se, contudo, de uma má interpretação da filosofia de Platão, quando vincula o atributo "platônico" ao sentido de algo existente apenas no plano das idéias. Porque Idéia em Platão não é uma cogitação da razão ou da fantasia humana. É a realidade essencial. O mundo da matéria seria apenas uma sombra que lembraria a luz da verdade essencial.
Disso pode-se concluir que o amor Platônico é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na filosofia de Platão. O amor em Platão é falta. Ou seja, o amante busca no amado a Idéia - verdade essencial - que não possui. Nisto supre sua falta e se torna pleno, de modo dialético, recíproco. Nem de longe é a noção de amor covarde que nunca se realizará.
Em contraposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de
Paixão. A Paixão seria o desejo voltado exclusivamente para o mundo das sombras, abandonando-se a busca da realidade essencial. O amor em Platão não condena o sexo, ou as coisas da vida material. Condena sim, o sexo ou qualquer outra coisa onde não haja a busca da Idéia de Bem, ao largo da qual orbitam as outras idéias, que Santo Agostinho chamou de Deus."

Apercebi-me do seguinte, enquanto que era uma estudante atenta de filosofia (uma das disciplinas que mais adorava no high school) sentia-me deveras interessada nesta perspectiva platónica das coisas, sem que forçosamente estivesse ligada ao Amor.


Agora que já não sou estudante de filosofia e tenho mais uns anitos em cima, só tenho uma coisa a dizer sobre este assunto: isto no início tem a sua piada depois... corre o risco de se tornar cansativo!


Qual é a vossa opinião?